Na perspectiva protestante franciscana, a consagração se manifesta na pobreza voluntária do espírito, no desapego do ego, na oração silenciosa e na vivência concreta do amor ao próximo. Francisco não é modelo de devoção aos santos, mas de imitação radical de Jesus: humilde, servo e reconciliador.
Ser consagrado, nesse caminho, é viver no mundo sem pertencer a ele, transformando a cidade em deserto interior e o cotidiano em altar. É uma espiritualidade possível ao eremita urbano protestante, chamado a anunciar o Reino não com poder, mas com vida.
“Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras.”
Frei Macário do Espírito Santo

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